Os vereadores da base de oposição ao governo municipal usaram as redes sociais e uma emissora de rádio local para rebater as acusações sobre a paralisação das obras de recapeamento na cidade. Segundo eles, não houve participação no pedido judicial que interrompeu os serviços.
A polêmica começou após Daniel Farias (Novo), Ronei de Jesus (PL) e Dé do Sol do Cerrado (PSD) votarem contra o projeto. Em seguida, surgiram críticas que associaram os parlamentares à ação na Justiça que resultou na suspensão das obras. No entanto, os vereadores afirmam que não têm ligação com a iniciativa.
Enquanto isso, o episódio intensificou o clima político no município. O debate ganhou força principalmente por ocorrer em ano eleitoral. Grupos ligados à atual gestão criticam a postura da oposição e apontam possíveis interesses políticos por trás das ações.
Além disso, há suspeitas de articulação externa envolvendo um escritório de advocacia associado a lideranças políticas locais. Entre os nomes citados está o de Jusmari Oliveira, que já foi mencionada em investigações recentes.
De acordo com informações atribuídas a relatórios judiciais, as investigações apontaram supostas irregularidades no Ciretran de Barreiras. Entre elas, estariam aprovações indevidas em exames práticos, alterações em provas teóricas e interferências em análises técnicas de veículos.
Apesar das acusações, os citados negam irregularidades. O caso segue repercutindo e deve continuar no centro do debate político local nos próximos meses.

