A Ucrânia foi pauta principal na primeira rodada do G7. Portanto, Zelensky se reuniu com chefes de Estado do bloco. Assim, definiram os próximos passos no conflito com a Rússia. Afinal, a guerra já ultrapassa 4 anos de duração.
Novas sanções contra Moscou são aprovadas
Os líderes aprovaram novas sanções contra Moscou em reunião fechada. Nesse contexto, focalizaram setores militares, bancários e de energia. Adicionalmente, decidiram enviar mais recursos de defesa para Kiev.
O entendimento geral é claro. A Rússia não está vencendo a guerra. Consequentemente, novas medidas econômicas devem pressionar Putin. Desse modo, o objetivo é forçar acordo em breve prazo.
Trump promete esforços para paz, mas mantém bloqueio à OTAN
Trump continua impedindo entrada da Ucrânia na OTAN. Porém, quis passar mensagem diferente a Zelensky. O presidente americano garantiu comprometimento pessoal. “Farei tudo o que estiver ao meu alcance para encerrar a guerra”, afirmou Trump.
Assim, buscou demonstrar solidariedade ao líder ucraniano. Igualmente importante, sinalizou disposição para negociações. Todavia, mantém posição crítica sobre integração imediata à aliança militar.
União Europeia abre caminho para integração
Para a Ucrânia, a verdadeira garantia vem da União Europeia. O bloco abriu oficialmente os primeiros capítulos técnicos. Portanto, iniciaram negociações para que o país se junte ao bloco.
Por que a Ucrânia não estava filiada antes?
A entrada na UE exige décadas de reformas legislativas. Além disso, demanda alinhamento de políticas e economia. Igualmente importante, exigem critérios técnicos em que Kiev historicamente patinava.
O bloco europeu temia consequências geopolíticas. Consequentemente, receava que aproximação acelerada provocasse reação de Putin. Desse modo, o processo permanecia congelado por precaução estratégica.
Obstáculo húngaro foi removido
Viktor Orbán, ex-primeiro-ministro húngaro, vetava a entrada. Ele era aliado de Putin na região. Porém, foi derrotado nas urnas em março. Assim, o obstáculo foi removido do caminho.
Cronograma de integração divide opiniões
Zelensky quer acelerar entrada até 2027. Todavia, a Comissão Europeia prevê até 2030. Portanto, existe discrepância nos prazos previstos. Além disso, urgência é justificada pela situação militar crítica.
Rússia intensifica ataques durante negociações
Na madrugada anterior ao encontro, a Rússia atacou. Lançou nova ofensiva aérea contra Kiev. Consequentemente, destruiu parte do Mosteiro das Cavernas. O local é patrimônio mundial da UNESCO com milênios de história.
Desse modo, a Rússia demonstrou desafio às negociações. Igualmente importante, sinalizou que conflito prossegue independentemente de diálogos diplomáticos. Portanto, a urgência ucraniana em garantir proteção internacional é amplificada.

